Mal recebi a newsletter, uma hibrida reacção ente um queixo caído e uns olhinhos reluzentes coube em mim.
Mas muito mais do que a febre circundante no célebre jovem enquanto Harry Potter, está a justificação assente na primeira entrevista (e capa!) numa revista totalmente dedicada ao público LGBTQ britânico pelo actor. É excelente e, simultaneamente, encorajador, ter consciência de que rostos tão influentes como Radcliffe partilham abertamente da sua relação com a comunidade homossexual e respectivas causas político-sociais.
Pessoalmente, admirei a parte em que o actor se refere à homofobia como uma abominação e o seu parecer em relação à mesma como nojenta, animal e estúpida, reforçando a ideia de que cresceu em torno de pessoas gays e que era a única criança na turma que não teve uma relação homossexual. Bravo, 50 pontos para Gryffindor!

Oi...!
ResponderEliminarMisturaram-se os dois mundos: HP e GLS.